sábado, 31 de maio de 2008

Hipocrisia


As mentiras, o egoismo e a mesquinhez
Dentro de nossas mentes viciam
E sentimos que apenas remorsos nos saciam
e não vemos dentro de nos a sordidez
E cada vez que o pecado me amordaça
Sigo pela minha escura e triste estrada
Cobrando pedágios a cada culpa confessada
Como se com as lágrimas esse culpa se desfaça
E toda vez é voce que me consola
Quando como metal frio o desespero me assola
E todas as trevas que já encontramos
a beira do precipicio caminhamos
E sinto em minha cabeça os vermes que crecem
e depois a minha boca descem
Como milhoes de demonios indistintos
na minha respiração eo os sinto
Se o veneno e a paixão estão no meu destino
serás tu o assassino...
Em meio a esses sentimentos imortais
sinto que és cada vez mais imundo
Se tranformastes no que mais abominais
Mais um devasso nesse mundo...

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