terça-feira, 18 de dezembro de 2007

promessa quebrada

Tudo parecia desaparecer
Tudo estava destinado a desaparecer
me sentia sufocada de vida
podia sentir seu odio
mais sabia que era medo
Queria voltar a estar com voce
e ver voce sofrer todo dia
Uma promessa foi quebrada,
Sentimentos foram despedaçados,
e novamente a sombra volta
Tenho tempo para andar ate voce...

Me olho no espelho e nao percebo
que passei um ano apaixonada
antes que eo percebesse...
Quebrei a promessa que fiz
Devo terminar oque comecei
não importa como

Não vai demorar
sinto a noite negra
lentamente a chuva apaga a vela
que iluminava seu caminho
nunca quis que terminasse assim
Acertaremos as contas no crepusculo
Não irei errar duas vzs
Aproveite o ultimo dia
Fique vivo esta noite
Prometo de novo
que voce tera seu fim quando o sol raiar...

Amor

Me sentia Solitária
Sempre em busca de algo
Não queria ninguem ao meu lado
para nao revelar minha dor
Esse amor q para voce parece tao perfeito
Para mim é tortura
E a eternidade parece pequena
para provar esse amor...
Por isso te disse
que nao ti envolvesse comigo
Agora mesmo na estrada escura e vazia
sinto um vazio...
Talvez voce ainda nao entenda a minha mente
as causas, os motivos...
Não desejo que em teu coração
more o monstro que sou...

Sonata Arctica




Sentado em um canto sozinho
parado no fundo de sua alma
vendo a noite entrar pela janela
Tudo vai desmoronar essa noite,
a lua cheia está aqui de novo
Na saúde e na doença,
compreensivo tanta exigência
Não tem nome, há uma para cada estação
O deixa insano para saber
Correndo de tudo
"Estarei salvo no milharal", ele pensa
Assombrado por si mesmo,
outra vez ele sente a lua se erguendo no céu
Acha um estábulo onde dormir
mas ele não pode se esconder mais
Alguém está à porta,
compreendendo tanta exigência
Isso pode estar errado, é o amor que não acabou
O deixa insano de novo
Ela não deveria trancar a porta aberta
(corra, corra, corra)
Lua cheia está no céu
e ele não é mais um homem
Ela vê a mudança Nele mas não pode
(correr, correr, correr)
Vê o que surge de seu homem... Lua cheia
Nadando através da baía,
a noite está cinza, tão calma hoje
Ela não quer esperar.
"Temos que fazer o amor completo esta noite..."
Na bruma da manhã, ele não pode mais lutar
Por mais de mil luas, ele vem uivando
Bate na porta, e grita que logo estará acabado
Bagunça no chão de novo...
Nós não devemos trancar a porta aberta
(corra, corra, corra)
Lua cheia está no céu
e ele não é mais um homem
Nós vemos a mudança nele mas não podemos
(correr, correr, correr)
Vê o que surge de seu querido homem
Vê o que surge daquele homem...
Baseado nessa musica e em alguns acontecimentos...xD





when I see the moon


Apesar de sempre estar sozinha
eo posso ver sua alma
e quando chega a noite
eo sinto que tudo vai acabar...
Vejo a lua
lembro de tudo que prometemos um ao outro

minha cabeça doi por lembrar
minhas lembranças me castigam
E outra vez te sinto perto
quando a luz da lua me ilumina
Não posso mais esconder
Compreendo derepente ao acordar
que me enganei quando te deixei
e isso foi errado
Meu amor nao acabou...

Eu sei que ti magoei
e nao deveria fazer isso novamente

mais toda vez que vejo a lua cheia no céu
vejo voce
sinto vontade de correr e te encontrar
atraves da chuva
atraves da noite...

Não pude esperar
Pela manha percebo meu erro
ainda te amava
mais não podia lutar

Logo tudo estara acabado...
Naquela noite ambos podemos sentir
mais ainda nao era a hora
Seu coração sempre sera meu
e o meu tambem é seu
Não posso mais correr desse sentimento
quando vejo a lua...
Lembro de voce meu querido...







Presciso fla + alguma koiza pra vc entende???
¬¬
hsauhsuhuahuhhaushuas
Ti Amul


Caindu


Fico olhando minha mão
Converso com essas linhas
Esta não é a resposta
Choro, e agora eu sei
Olhando para o céu
Procuro uma resposta
Tão livre, livre para viver
Eu não sou outra mentirosa
Eu só quero ser eu mesma... eu mesma
E agora a batida dentro de mim
É um tipo de brisa gelada
E eu nunca tive qualquer sentimento
À minha volta...
Eu trago meu corpo
E o carrego em um outro mundo
Eu sei que eu vivo... mas como uma pedra estou caindo
Amaldiçoada, olhando para o céu
Posso sentir essa chuva
Agora mesmo ela cai sobre mim
Voar, eu só quero voar
Vida é toda minha
Algum dia eu choro sozinha
Mas eu sei que eu não sou a única
Vejo que outro dia já se foi
Eu não quero morrer...
Por favor esteja aqui quando eu chegar
Não morra...por favor...

domingo, 16 de dezembro de 2007

*voce*


quero te odiar
quero te matar...
quero te ver sofrer
quero te ver sangrar
quero te desvendar
quero tomar seu sangue
quero fazer-te entender
que na vida dos "outros"
não é pra *você* se meter
quero fazer-te entender
que a minha vida
quem fode é *você*
quero fazer-te morrer
pra poder te odiar
pra poder simplesmente
ter o prazer de te matar
tudo o que quero
é não te ter mais
fuçando a minha vida
fudendo o meu caminho
e se for o caso
de eu mesmo me matar,
vai ser simplesmente
pra ver voce c odiar...

P/ meus ``inimigos``...

Queria ver-te decepado,
Completamente retalhado.
Um chafariz sangrento,
Esparramando pelo chão
O sangue do pecado.
(Do teu pecado).
Exalando por todo ar
O mau cheiro de tua alma,
Como a carcaça de um chacal
Carcomida por nojentos urubus.
Então, tu serias mais um,
Serias um qualquer,
Por mim, desgraçado,
E pelo tempo, esquecido.

*Eo*

Eu sou profunda, introspectiva e meu visual é sombrio.

Eu sempre estou vestida de preto, conheço os cemitérios e as Catedrais.

Costumo caminhar entre os mortos e sentir as vibrações do sofrimento e da paz.
Meu mundo é complexo e a metafísica e o ocultismo são questões presentes.

Sou avessa ao epicurismo, sou um ser híbrido e adoro o sincretismo.

Não acredito em doutrinas maniqueistas, me oriento por meus desejos e minha intuição aguçada, tal qual os vampiros.

Sinto repúdio por tudo aquilo que é superficial, tenho personalidade marcante e não costumo aceitar qualquer coisa.

Não deixo de ser uma rebelde, mas há muito minha falange superou as limitações das liturgias essencialmente políticas.

Meu espírito é jovem mas minha cultura está longe de ser considerada simplória, tanto porque não costumo consumir qualquer porcaria, como pelo fato notório de que faço questão de ser diferente daqueles que se entregam com facilidade ao consumismo e a superficialidade.

Meus interesses passam por caminhos distantes, que podem remontar desde aspectos arquitetônicos e filosóficos da Idade das Trevas, até os modernos estudos exobiológicos.

Navegando entre a luz e as trevas da tormenta você encontrará meus pensamentos e meus sentimentos, não se engane sou autêntica, passo a maior parte do tempo conversando comigo mesma.

Sou sensível, sensitiva, no meu peito não existem logotipos ou marcas, mas sou muito mais sociável do que a maioria dos mortais comuns.

Também sou alvo de preconceitos rudimentares, na maioria das vezes, fruto da ignorância típica das massas de manipulação.

Não é muito simples me entender muito menos me compreender, pois nada de simples existe num ser que busca energia nas trevas e, que não aceita as limitações impostas por doutrinas convencionais.

As músicas que escuto assim como os livros que leio não podem ser encontrados na banca da esquina, talvez por isso eles me fascinam.

Há muito me libertei da ingênua concepção de que tudo o que está no alto é bom e, que tudo aquilo que está nas trevas é profano.

Não creio no poder do pecado, tampouco me importo com aqueles que acreditam nele, apenas optei por viver num mundo onde a verdade está mais próxima daquilo que eu sinto.

Olhando para a cruz que está no meu peito, invertida ou não, logo você perceberá que não sou ateu, mas também, que o paganismo não está de todo ausente.

Meu mundo é menos iluminado com certeza, mas talvez muito mais lúcido, já que não necessito das interferências e influências impuras da luz do dia para me encontrar com minha própria essência.

Posso entrar e sair de qualquer lugar sequer sem ser notado, pois jamais busquei por notoriedade, meu mundo rejeita a matéria e nela não encontra resquícios de verdade.

Nem mesmo acredito que a verdade exista, no seu lugar coloquei minha sensibilidade.

Posso até não parecer muito simpática, mas costumo declarar aquilo que sinto impreguinado de sinceridade.

Meus amigos não são necessariamente as pessoas mais alegres e felizes do mundo, mas gostam de mim independentemente do que tenho ou dos lugares que frequento. Na maioria das vezes eles falam pouco, apenas aquilo que é suficiente para evitar-se a mediocridade.

Encontro com facilidade todas as cores que minha alma necessita nos corredores sombrios dos lugares que eu costumo frequentar.

Eu sou um ser com energia própria e, minha existência depende mais do alimento que minha mente consome do que do alimento que minha matéria ingere... talvez por isso eu viva lendo e escrevendo poemas...

O Suicídio É Uma Solução? (Antonin Artaud)...(resposta a uma enquete surrealista)

...Não, o suicídio ainda é uma hipótese. Quero ter o direito de duvidar do suicídio assim como de todo o restante da realidade. É preciso, por enquanto e até segunda ordem, duvidar atrozmente, não propriamente da existência, que está ao alcance de qualquer um, mas da agitação interior e da profunda sensibilidade das coisas, dos atos, da realidade. Não acredito em coisa alguma à qual eu não esteja ligado pela sensibilidade de um cordão pensante, como que meteórico e ainda assim sinto falta de mais meteoros em ação. A existência construída e sensível de qualquer homem me aflige e decididamente abomino toda realidade. O suicídio nada mais é que a conquista fabulosa e remota dos homens bem-pensantes, mas o estado propriamente dito do suicídio me é incomprensível. O suicídio de um neurastênico não tem qualquer valor de representação, mas sim o estado de espírito de um homem que tiver determinado seu suicídio, suas circunstâncias materiais e o momento do seu desfecho maravilhoso.

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Desconheço o que sejam as coisas, ignoro todo o estado humano, nada no mundo se volta para mim, dá voltas em mim. Tolero terrivelmente mal a vida. Não existe estado que eu possa atingir. E certamente já morri faz tempo, já me suicidei. Me suicidaram, quero dizer. Mas que achariam de um suicídio anterior, de um suicídio que nos fizesse dar a volta, porém para o outro lado da existência, não para o lado da morte? Só este teria valor para mim. Não sinto apetite da morte, sinto apetite de não ser, de jamais ter caído neste torvelinho de imbecilidades, de abdicações, de renúncias e de encontros obtusos que é o eu de Antonin Artaud, bem mais frágil que ele. O eu deste enfermo errante que de vez em quando vem oferecer sua sombra sobre a qual ele já cuspiu faz muito tempo, este eu capenga, apoiado em muletas, que se arrasta; este eu virtual, impossível e que todavia se encontra na realidade. Ninguém como ele sentiu a fraqueza que é a fraqueza principal, essencial da humanidade. A de ser destruída, de não existir.

Lembrança de Morrer (Álvares de Azevedo)


Quando em meu peito rebentar-se a fibra,
Que o espírito enlaça à dor vivente,
Não derramem por mim nem uma lágrima
Em pálpebra demente

E nem desfolhem na matéria impura
A flor do vale que adormece ao vento;
Não quieto que uma nota de alegria
Se cale por meu triste pensamento

Eu deixo a vida como deixa o tédio
Do deserto, o poento caminheiro
- Como as horas de um longo pesadelo
Que se desfaz ao dobre de um sineiro;

Como o desterro de minha alma errante,
Onde fogo insensato a consumia
Só levo uma saudade - é desses tempos
Que amorosa ilusão embelecia.

Só levo uma saudade - e dessas sombras
Que eu sentia velar nas noites minhas...
De ti, ó minha mãe! Pobre coitada
Que por minha tristeza te definhas!

De meu pai... de meus únicos amigos,
Poucos - bem poucos - e que não zombavam
Quando, em noites de febre endoidecido,
Minhas pálidas crenças duvidavam.

Se uma lágrima as pálpebras me inunda,
Se um suspiro nos seiso treme ainda,
É pela virgem que sonhei... que nunca
Aos lábios me encostou a face linda!

Só tu a mocidade sonhadora
Do pálido poeta deste flores...
Se viveu, foi por ti! e de esperança
De na vida gozar de teus amores.

Beijarei a verdade santa e nua,
Verei cristalizar-se o sonho amigo...
Ó minha virgem dos errantes sonhos.
Filha do céu, eu vou amar contigo!

Descansem o meu leito solitário
Na floresta dos homens esquecida.
À sombra de uma cruz, e escrevam nela:
- foi poeta - sonhou - e amou na vida.

Sombras do vale, noites da montanha,
Que minha alma cantou e amava tanto,
Projetei o meu corpo abandonado,
E no silêncio derramei-lhe uma canto!

Mas quando preludia ave d aurora
E quando à meia-noite o céu repousa,
Arvoredos do bosque, abria os ramos...
Deixai a lua pratear-me a lousa!

Verme

Eu te olho.
Tu és um condenado,
Apaixonado,
Infeliz.

Nem pena consigo sentir por ti.
Só indiferença,
Algo sem importância.
És nulo,
Um ninguém.
És um verme,
Que não anda,
Apenas rasteja.
Tu és um verme.
Permaneças, então,
Na tua real condição
De verme.
És como o nada,
Um vácuo no infinito.
Não podes ser visto.
Tu és um nada.
Permaneças, então,
Na tua verdadeira condição,
Tu és, para mim, um nada.
E isso, já é muito.



Nymphetamine

Idolatria


Sinto um friozinho no estômago;
Sinto calafrios por todo o corpo;
Sinto minha pele arrepiar-se,
Minhas pernas bambejarem,
Meu coração se debater.
A respiração fica ofegante,
Os pensamentos avoados;
É como se eu estivesse caindo,
Em um abismo profundo.
Sem ter no que pensar,
Sem ter o que fazer.
É como andar nas nuvens,
Ou flutuar no espaço.
Sensação estranha,
Porém, maravilhosa!
É a sensação de estar apaixonado;
De ter quem você ama ao seu lado.

Anjos Chorando



Entre quatro frias paredes
Cela solitária
Aqui apenas mais jovens corpos
Unidos não só pela dor
Mas pelo querer
Ser livre era ser morto
Viver calado
Para nós não é vida
Sobrevivência para muitos
Para os fracos
Surdo pelos gritos
Um querer de respostas
Entre a dor e o sangue
Durante choques
Por toda a fase de temporal
Aqui no céu
Que chorava por seus filhos
Mortos, esquecidos, sumidos
Durante toda a minha estada no inferno
Lutei pela vida
Não apenas por ela
Eu queria poder voar
Mas queriam cortar minhas asas
Por isso esse pássaro morreu
Como muitos
Mas a liberdade brotou por nossas mãos
No escuro jardim das Mangueiras
Em troca de muitas vidas
Depois da chuva vermelha
Mas há ainda hoje
Os anjos que choram
Por que as marcas são profundas
E nunca serão esquecidas...

sábado, 15 de dezembro de 2007

CORAÇÃO INVERNAL


O FRIO CHEGOU
ESFRIANDO CORAÇÕES QUENTES
AQUECENDO CORAÇÕES GELADOS
O MEU NÃO BATE MAIS
UMA ETERNIDADE MINHA ALMA FRIA
HÁ!!! COMO GOSTO DESTES DIAS
O FRIO ACENTUA AINDA MAIS A SOLIDÃO
OS CORPOS GELIDOS COMO UM CADAVER
O VINHO ESQUENTA A ALMA
E O CORAÇÃO AINDA SIM
SENTE-SE PEQUENO COMO UMA CRIANÇA PERDIDA
NO NEVOEIRO
A SOLIDÃO TOMA CONTA DOS DESESPERADOS
A VIDA QUASE SE EXTINGUE
O INVERNO SE VAI
JUNTO, OS MEUS PEQUENOS PRAZERES
E QUANDO O SOL REACENDE A CHAMA
MEU CORAÇÃO VOLTA A REPOUSAR
NA ETERNIDADE FRIA DO MEU CORAÇÃO INVERNAL

Angels


anjos da noite!!!

numa noite de inverno
eu vi meu mundo se acabar
em um tempo eterno..........
eu andava a vagar
em busca de uma alma..........
a me acalma..........
naquela noite..........
eu vi passar..........
anjos a me atormentar..........
achei que jamais encontraria
minha paz
mas num momneto eu percebi
que vc teve ali..........
num meio de anjos a me atormentar
querendo me ajuda
naquele momento..........
de tormento.........
e sofrimento..........
você faz me sorrir!!!
e hoje eu descobri
que vc é um anjo especial
cada noite que surgir
na luz do luar
eu sempre irei lembrar
que vc me trouxe a vida...

GRITO


Odeio-vos vermes imundos
que com o amor dos outros
alimentais a vossa fome de incertezas e podridão
odeio-vos porque sois fracos.
o sangue é vida e morte.
porque me querem sangrar a mim que adoro a vida
só porque me visto de negro?
e o negro é para vós a apologia de todos os males da terra?
sou mulher
sou gótica
e depois?

Dias


Quando em dias de conflito
a tranquilidade e o equilibrio se vão
dias que mais se parecem noites
sombrias como todo o mau
A dor da solidão é inevitável
Dizem que a dor purifica
E que ninguém se conhece enquanto não sofrer
Quando estou só eu me encontro andando por um caminho estreito
florestas de imensas árvores negras
A imensidão do céu sem estrelas
apenas um enorme manto negro acima de mim
abismos sem fim rodeiam o caminho
uivos de animais famintos ecoam
o frio gelado corta minha pele
tuneis de cavernas gigantescas tenho que atravessar
Isso tudo me atormenta os sentidos
Caio de joelhos
Deseperado choro
perco os sentidos
Não vejo a noite passar
Quando de súbito
A nuvem negra se movimenta
e pequenos raios de luz cortam a escuridão
O sol me oferece sua face
Lentamente o cenário se transforma
A noite mais negra
No dia mais claro
O frio mais cortante
No calor mais intenso
Aquele que a pouco era o inferno
se transforma no mais lindo paraiso
Escuto agora não terríveis uivos
e sim o canto da natureza

Mas nada disso me agrada ...

e a ferida não cicatriza nunca...

Vampiros


Vampiro
Tu, que como uma punhalada

Entraste no meu coração triste

Tu, que forte como uma manada

De demônios louca surgiste

Para no espírito humilhado

Encontrar o leito e o ascendente

-Infame a que estou atado

Tal como o forçado à corrente

Como ao baralho o jogador

Como à garrafa o borrachão

Como os vermes à podridão

-Maldita sejas como uma ROSA

Implorei ao punhal veloz
Que concedesse a alforria

Disse após veneno atroz
Que me amparasse a covardia

Ah! Pobre!
O veneno e o punhal

Disseram-me de ar zombeteiro

“Ninguém te livrará afinal
De teu maldito cativeiro

Ah! Imbecil – de teu retiro

Se te livrássemos um dia,
Teu beijo ressuscitaria

O cadáver de teu Vampiro...

Amor


Amor...
Sentimento que fere o coração

Tal sentimento apunhala meu coração
Meu peito jorra sangue
Sinto-me perdendo a essência da vida

Sinto cada vez mais penetrar-me o punhal das trevas

Teu olhar brilha

Já não sei se o brilho de teu olhar
É de felicidade ou é o começo de lagrimas de um sofrimento
Não me resta mais forca para continuar vivendo
Essa vida mesquinha
Só me resta agora lembranças
De todos momentos de extrema felicidade ao teu lado
E agora com meu silencio misterioso e entristecedor
Você descobrirá que apesar de meus atos
Ou forma inadequada de expressar meus sentimentos pelas pessoas

Eu sempre te amei ...

domingo, 11 de novembro de 2007

Drácula


Dracula Lyrics
quem quisé baxa essa musica otima...
clique aki

sábado, 3 de novembro de 2007

Uzo mascaras

Trago versos de um mundo distante
habitado por sombras somente.
São reflexos distorcidos
de momentos passados sofridos...

Trago palavras pesadas
carregadas de mágoas
por tantas tristezas vividas
e por tantas dores sentidas...

Trago somente pesadelos,
pois do lugar de onde venho
não é permitido sonhar,
jamais se ousou amar...

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

My profile


Quem sou eo: Karina N. Melo + prefiro Kimi...
Idade: 16
Altura: 1.70
Descrição: Não muito normal, tenhu um gostu beim exótiko...shuauhushauhs
Pq fiz essi blog???
pra expor tudo oq eo gostu^^

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Minha imagens