quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Príncipe das Trevas



Sangue quente
Corpo frio
Olhar suplicante
implorando pela vida entre arrepios,
Princípe maldito
Vindo das trevas infinitas.

A vida deixou-me
A morte inundou meu ser
Tornei-me entao uma mistura
Com sede de sangue em grandes proporções,
Agora sou o caos
cheia de obras melancólicas.

E oque nos une não será mais amor
e sim um laço eterno de sangue e dor,
Uma fenda no céu da noite fatídica
E as brumas de nossas vidas obscuras
Regadas de sangue das inocentes criaturas.

É o Supremo da escuridao
Assassino da noite,
Tormento e Utopia
Sanguinário soturno
E este corpo sem movimento
Esconde a sede do teu olhar atento.

Pelas ruas fui a vitima perfeita
E agora escreverei
E sera o mais belo poema
Escrito somente com nosso sangue...

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