domingo, 1 de junho de 2008

Sozinha


Olho para o céu
a lua sobre mim
as doces sinfonias sombrias
mergulhada nas trevas frias de sua alma
me sinto sozinha nessa luz ligeira da lareira
pensando nos tempos passados
quando eu amava voce...
Ódio, arrepios e horror sobraram
e agora suas palavras gélidas
tornam minha vida um inverno total
e mesmo quando o sol se torna infernal
minha vida parece branca e meu coração congelado
e todo sofrimento me faz tremer
Minha alma tão abandonada
espera por um anjo de esperança
enquanto sem vontade de viver
dá seu ultimo adeus e carrega seu próprio caixão
Lembro de ti e sinto mais dor
Em meus olhos não há orgulho
em seus olhos essa luz esverdeada me confunde
lágrimas amargas desse amor
suas promessas são tão efêmeras...
Meu túmulo me espera cheio do ódio de seu amor
Para sempre sozinha
lembranças ardentes e douradas deste fim
Todos sozinhos para sempre...

0 Comments: