
Eu não presciso de uma razão
meu orgulho continua a queimar
com toda essa sangrenta deslealdade
Só presciso de uma arma e um pouco de diversão
Tanto amor como um morto vivo
cria do assassino, semente demoníaca
Sofrimento de novas guerras
o sangue manchando minha liberdade
Nunca reze por minha alma.
Mão infeliz do destino
gritos de medo ao verem as criaturas sairem
cortes na carne inocente, molho de sangue
crianças partidas ao meio, a desgraça de ter nascido.
Corpos e pedaços
Pasta de cerebros dos que viveram
loucura brincar com palavras
enquanto procuram a arma perfeita
chuva de estilhaços...
terça-feira, 4 de março de 2008
Arma viva
Postado por kimi às 09:05
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