
Vampiro
Tu, que como uma punhalada
Entraste no meu coração triste
Tu, que forte como uma manada
De demônios louca surgiste
Para no espírito humilhado
Encontrar o leito e o ascendente
-Infame a que estou atado
Tal como o forçado à corrente
Como ao baralho o jogador
Como à garrafa o borrachão
Como os vermes à podridão
-Maldita sejas como uma ROSA
Implorei ao punhal veloz
Que concedesse a alforria
Disse após veneno atroz
Que me amparasse a covardia
Ah! Pobre!
O veneno e o punhal
Disseram-me de ar zombeteiro
“Ninguém te livrará afinal
De teu maldito cativeiro
Ah! Imbecil – de teu retiro
Se te livrássemos um dia,
Teu beijo ressuscitaria
O cadáver de teu Vampiro...
sábado, 15 de dezembro de 2007
Vampiros
Postado por kimi às 09:35
Subscribe to:
Postar comentários (Atom)


0 Comments:
Post a Comment